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ADVBG busca recursos para construção de sede 01.12.2010

A Associação dos Deficientes Visuais de Bento Gonçalves foi assunto na última edição do Jornal Serra Nossa. A entidade busca recursos para a construção da nova sede em um terreno doado pela prefeitura na rua Ettore Giovanni Perizzolo, no bairro Progresso. Esta semana, a ADVBG recebeu um ultimato do Poder Público prorrogando até 2012 o prazo para o início da obra.

Leia a matéria na íntegra:


ADVBG recebe último prazo para construção da nova sede


Entidade recebeu terreno da prefeitura em 1999, mas ainda não iniciou as obras por falta de recursos


Há mais de uma década a Associação dos Deficientes Visuais de Bento Gonçalves (ADVBG) espera pela construção da nova sede da entidade. Em 1999 a associação recebeu do município um terreno na rua Ettore Giovanni Perizzolo, no bairro Progresso, porém, desde então, a edificação ainda não teve início. As dificuldades, de acordo com a segunda vice-presidente Eloisa Morassutti, é a questão financeira. “Não dispomos de verba em caixa para a obra”, lamenta. A ADVBG recebeu esta semana um ultimato do Poder Público, com a prorrogação final até 2012 para o início da obra.


A ADVBG tem sua sede atualmente no edifício Cainelli, na avenida Cândido Costa, no centro. As atividades não estão concentradas em uma única sala, inclusive com salas em outros andares. Mensalmente a entidade gasta cerca de R$ 1.200 entre os aluguéis e condomínio. Com a nova sede, o valor poderia ser investido nas atividades oferecidas aos 111 associados atuais. “Contamos com apoio da comunidade para dar andamento às atividades. Este ano vivemos uma situação atípica, com a vinda de verbas do Conselho Municipal da Criança e do Adolescente (Comdica) e do Governo Federal. Porém, no próximo ano não sabemos se seremos contemplados ou não”, comenta Eloisa.

O projeto da nova sede prevê salas mais amplas e conta com três pisos, interligados por elevadores. “A vantagem seria concentrar as atividades no mesmo local”, salienta. Com o prazo de apenas mais dois anos para que o projeto saia do papel, a segunda vice-presidente não descarta a articulações de ações perante a comunidade. “Recebemos o terreno juntamente com a Associação dos Deficientes Físicos (Adef). Até então não tínhamos promovido ações de arrecadação para não interferir no mesmo trabalho feito pela Adef. Agora precisaremos pensar em alguma forma de angariar fundos, para que não corramos o risco de ficar sem a sede”, explica.


Carina Furlanetto

carina@serranossa.com.br






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